segunda-feira, 24 de abril de 2017













TIMELINE 3 - Festival Internacional de Vídeo Arte em Belo Horizonte
Alemanha, Brasil, Russia, Argentina

O TIMELINE #3 – Festival Internacional de Vídeo de Belo Horizonte é um evento que terá sua terceira edição na cidade de Belo Horizonte. Pretende-se com o mesmo promover as produções videográficas de diversos artistas que abordem a relação das novas tecnologias e a arte contemporânea, com uma especial incidência no manuseio dos equipamentos de  vídeo e com ênfase na vídeo arte. O Festival é aberto a todos os artistas nacionais e estrangeiros que trabalhem ao nível de vídeo e vídeo arte. Serão realizadas igualmente várias mostras especiais de festivais convidados e autores consagrados.

SESC PALLADIUM - 05 a 07 de maio de 2017
Rua Rio de Janeiro, 1048 , Centro
16, 18 e 20h – Entrada Franca
Classificação Indicativa: 16 anos

TIMELINE: W:OW Art Film & Video Festival (We Are One World )-  Indelible Traces
TIMELINE: W:OW Art Film & Video Festival (We Are One World )-  Russia 
Narural Unnatural

TIMELINE: PÓS DIGITAIS – Brasil
TIMELINE: HARUN FAROCKI - Alemanha
TIMELINE: CLAUDIO CALDINI - Argentina
TIMELINE: IMAGEM AUDIOFÔNICA EXPERIMENTAL - Brasil

Sinopses

W:OW Art Film & Video Festival (We Are One World )
Indelible Traces
curated by Wilfried Agricola de Cologne











Francois Knoetze  (South  Africa) – CAPE MONGO – Plastic, 2015, 5:00
CABO MONGO
Cabo Mongo segue um número de personagens enquanto eles fazem uma jornada pela Cidade do Cabo. Cada Mongo é feito do lixo descartado da cidade – míticas “criaturas do lixo”, que emergiram dos crescents lixões da cultura de consumo. Nos filmes, as criaturas revisitam os espaços de seus passados imaginados – os locais associados com suas existências materiais e a constituição de suas relações sociais – como se nadassem contra a corrente de consume da cidade. O filme da Plastic explora o legado muitas vezes tóxico passado de uma geração para outra na cidade, gerando conexões entre a natureza insustentável das atuais práticas de consumo, privilégio herdado, a reconciliação da identidade nacional e a maneira como o cuidado infantil e inadequado acaba alimentando e perpetuando os ciclos de pobreza, desemprego e crime.
Mongo, s. gíria. Objeto jogado fora e depois recuperado.

Kristina Frank, & Mervi Kekarainen (Sweden) - 2Rabbits, 2015, 09:18
2 Coelhos
2 Coelhos visitam a civilização humana. A paisagem é surreal e mágica, com seu traço de cruel exploração e destruição. Eles estão abertos ao que vêem, e sem condenar parece que eles sabem a complexidade da vida.

Henry Gwiazda (USA) - The Third Thought Movie, 2014, 3:34
O Terceiro Filme Pensado
Parece bom mudar de idéia?

Danijel Zezelj (Croatia) – Thousand, 2014, 05 : 37
Mil
Tudo é cinza. O sol não nasce por anos. Há uma lenda correndo pela cidade: pinte o sol mil vezes e ele nascerá de novo.

Albert Merino (Spain) – The Trace of Salt, 2010, 7:38
O Traço de Sal
Sal é um mineral básico que é tanto corrosivo quanto essencial para a vida. Este elemento é usado como a trama dessa ficção que toma seu lugar em uma cidade destruída e desfigurada pela ação dos elementos. Os mitos da cidade se metamorfoseiam por forçar imperceptiveis que causam transbordamentos e colapsos. O urbanismo entendido como encenação de poder, dá origem a farsa do absurdo e do grotesco. Essas transformações se desenvolvem através de uma narrativa líquida onde objetos e elementos do ambiente geram entre eles, uma sintaxe deles mesmos. A cidade como representação ve seus simbolos  descontextualizados e despossuídos de seu significado original.

WOW Russia 
Narural Unnatural
curated by Marina Fomenko

Marina Fomenko, Whence Winter Came to Us, Russia, 2012-2015, 4:30
Quando O Inverno Veio Até Nós
O vídeo é entitulado por uma linha do poema de Joseph Brodsky e é  feito na base da documentação visual de uma instalação de lixo marinho por Marina Fomenko.






Lyuba Sautina, Plastic Flowers, Russia, 2016, 2:30
Flores de Plástico
O que poderia ser mais bonito do que flores florescendo? O processo fascinante visto de perto mostra ser só uma sacola plástica amassada – um artigo no nosso consumo diário.







Alexandra Mitlyanskaya, A Bus, Russia, 2014, 5:49
Um Ônibus

Anastasia Levina, Universal Memory Cells, Russia, 2014, 7:19
Células de Memória Universal












Dmitry Bulnygin, Neither Fish, nor Slaves, Russia, 2015, 5:00
Nem Peixes, Nem Escravos
O nome «Nem peixes, nem Escravos», nos diz que a sociedade submarina que nos é apresentada é impossível de se controlar. O entendimento de tempo é expandido, é o silencioso mundo na “bolha". Nessas video instalações e retratos de seus habitantes, o artista Dmitry Bulnygin compartilha seu prazer no jogo e em metamorfoses como em circulos na agua.

                                                                                    
Konstantin Krylovsky, A Letter to Lucy, Russia, 2016, 2:35
Uma Carta Para Lucy
O video "Uma Carta para Lucy" reflete duma maneira associativa o lugar do homem na cadeia da evolução e seu impacto no ambiente. Lucy é o nome dado para um australopithecus que viveu cerca de 3.2 milhões de anos atrás; seu esqueleto é um importante fragmento da evolução do macaco para o homem. Esse trabalho representa uma certa mensagem para nossos ancestrais, que usando brilhantes – embora não tão claras – imagens, fala primeiro sobre o passado e depois sobre o futuro. Existem fatos entrelaçados do natural e do feito pelo homem (materiais reais e processos de computação), bem como o aleatório e o planejado (imagens de animais em nuvens de cor), o que de fato determina o futuro da humanidade.

PÓS DIGITAIS
Siso (2017, 3’20”) — Randolpho Lamonier
Regustro do olhar para uma paisagem cinzenta e opressiva. Um jovem projeta seus pensamentos, duvidas, medos e desejos na cidade onde coexistem os colapsos de sua intimidade e de seu entorno,









Procura-se clímax através de um binóculo (2017, 1’00”) — Jeannie Helleny
"Cacos de vidro também brilham, será que posso ama-los?" O vídeopoema "Procura-se Climax Através de um Binóculo" é uma composição de fragmentos de imagens utilizando uma técnica de filmar a filmagem e coloca-la em relação com elementos fora da tela, criando um vídeo do vídeo, o que dialoga com a escrita dos poemas, feitos através de encaixes sensoriais de palavras e situações que se mesclam formando imagens de pensamentos, lembranças ou desejos.


Queros (2016, 2’13”) — Julia Baumfeld

Desejos explícitos sobre uma tela expostos na dimensão cibernética.














é saudade (2017, 2’12”) — Francisco Pereira
Nada do que sou estou. Medo (sempre existirá) raiva (aqui dentro) furta a sua alma.
Já se passam das vinte e três, mas a calmaria insiste: Deste ponto é prudente abraçar.










De Frente para o Mar (2017, 4’04”) — Dayane Gomes
Filme sobre o intimo, sobre aquilo que está próximo demais, repetidas vezes vemos em plano detalhe a personagem trocar de roupa, junto as imagens ouvimos conversas retiradas de mensagem de voz e outras extraídas de vídeos de seu arquivo pessoal. A estrutura fragmentada deixa suspenso a narrativa, cada recorte de áudio traz uma voz diferente com um assunto que não tem relação direta com o último, porém os fragmentos das conversas formam um corpo heterogêneo.

Waking Line (2017, 4’14”) — Julia Baumfeld
Aproximações em tempos diversos onde espaços são alcançados por uma câmera VHS em 2007.










Um (2017, 4’00”) — Victor Galvão
Uma narrativa sobre angustia e gravidade. Do alto de um prédio,  a lembrança de um sujeito ou uma cidade a desabar.







I dreamed I was Jeannie (2017, 1’04”) — Jeannie Helleny
A artista Jeannie Helleny, apresenta o vídeo I dreamed I was Jeannie, onde faz uma colagem de imagens e referências de seu repertório : fotografias antigas, lantejoulas, poesia concreta, caixa de remédios, doces e cigarros. A junção de elementos de um deslocado universo infantil com problemáticas da vida adulta, criam o cenário de seu universo. Na busca de uma identidade, a imagem de seu rosto é muitas vezes velada. 


Eu, robô (2017, 10’54”) — Sara Não Tem Nome
Na vídeo performance ‘Eu robô’, Sara Não Tem Nome realiza ações que desconstroem e ressignificam seu cotidiano, discutindo questões como a objetificação do corpo feminino e a relação corpo-máquina. As performances são baseadas em poemas de seu livro homônimo, em que um software reconfigura os escritos que Sara publicou em seu Facebook. O livro traz a discussão sobre autoria e algoritmo, com uma faceta de poesia dadaísta nonsense.

HARUN FAROCKI 1
A saída dos operários da fábrica (Arbeiter verlassen die Fabrik), de Harun Farocki | Alemanha, 1995, cor/pb, 36’ | Legendas em português
A partir de um dos primeiros filmes dos irmãos Lumière, Farocki faz uma montagem com cenas produzidas ao longo de 100 anos de história do cinema, contendo variações do motivo “A saída dos operários da fábrica”. Extraidas imagens reflexões sobre a iconografia e a economia da sociedade de trabalho, e também sobre o próprio cinema.




Natureza morta (Stilleben), de Harun Farocki | Alemanha, 1997, cor , 56’ | Legendas em português
Numa montagem paralela, naturezas mortas dos séculos XVI e XVII intercalam-se com imagens documentais de ateliês de fotografia dos anos 1990. Reproduções de dinheiro, queijo e cerveja são representados em detalhe pela pintura e, como estímulo à compra, pela publicidade. Farocki explora as semelhanças e diferenças entre os dois modos de representação, em que produtos e objetos tendem a virar fetiche.

HARUN FAROCKI 2
Videogramas de uma revolução (Videogramme einer Revolution), de Harun Farocki e Andrei Ujica | Alemanha, 1992, cor, 106’ | Legendas em português
Farocki e Andrei Ujica recolheram filmes amadores e transmissões da televisão estatal romena depois da sua ocupação por manifestantes, em dezembro de 1989. São as imagens e os sons da primeira revolução histórica, na qual a televisão desempenhou um papel fundamental.

CLAUDIO CALDINI – Argentina
Curadoria: Carlosmagno Rodrigues

 HELIOGRAFÍA  / Claudio Caldini / 1993  / 4’57’’
















OFRENDA  /Claudio Caldini / 1978 (versão digital 4min.) / 4’11’’
















4:3 (cine sin película) 04/03 / Claudio Caldini / 2010  / 02’52”


















 UN NUEVO DÍA /  Claudio Caldini/ 2016   (segunda edición) / 16’ 















 LA REPÚBLICA / Claudio Caldini. / 2008 / 13’59”















IMAGEM AUDIOFÔNICA EXPERIMENTAL - Brasil


IMAGEM AUDIOFÔNICA EXPERIMENTAL – Brasil
Primorosos trabalhos do Argentino Claudio Caldini, Dellani Lima, Fernanda Branco Polse & Marc Davi, Carolina Botura, Ana Luisa Santos & Daniela Ramos Garcia, Christina Fornaciari, Bruno Ivas, Edelson Pantera Mariana Campos e  Marco Scarassatti sob a curadoria de Carlosmagno Rodrigues que nesta edição segue compilando obras que transitam entre o experimentalismo e a performance do registro a síntese filmográfica, produtos imateriais culturais de arte e pensamento.

THAT GUY (AQUELE CARA) Dellani Lima ‧2013 - Filme experimental/Documentário ‧ 19’










S O N Â M B U L A - Rocha & Polse e Marc Davi  - 2012 - Registro videográfico de performance  -7’









EMERGÊNCIA - Christina Fornaciari - 2013 - video-performance - 2’










ÁGUAS - Christina Fornaciari - 2013 - video-performance  - 2’










HUEVITA  -  Carolina Botura - 2016 - documental 1'30"










MEMÓRIA DO FOGO - Marco Scarassatti - 2015 - vídeo-obra comissionada pela Kunstradio/projeto "an eye for an ear" Viena -  5’30”








_IMUS - Bruno Ivas  - 2017 - vídeo experimental -  4’










A LUA E EU - Edelson Pantera 2017 - documental - 1’










ÁLCOOL NO NÍVEL EMOCIONAR COM ESSA MÚSICA - Mariana Campos - vídeo experimental -  0’40”










 AQUI VOCÊ É O ARTISTA - Ana Luisa Santos & Daniela Ramos Garcia -2015 -  Registro videográfico de performance 10’









PROGRAMAÇÃO


05/05/17
16:30h - TIMELINE: W:OW Art Film & Video Festival (We Are One World )-  Indelible Traces
18:30h - TIMELINE: PÓS DIGITAIS – Brasil
20:30h - TIMELINE: HARUN FAROCKI 1– Alemanha


06/05/07
16:30h - TIMELINE: W:OW Art Film & Video Festival (We Are One World )-  Russia 
Narural Unnatural

18:30h -  TIMELINE: CLAUDIO CALDINI - Argentina
20h - TIMELINE: IMAGEM AUDIOTIVA EXPERIMENTAL – Brasil

07/05/07
18h - TIMELINE: HARUN FAROCKI 2– Alemanha


sábado, 4 de junho de 2016

TIMELINE #2

Timeline 2
Festival Internacional de Vídeo Arte em Belo Horizonte
Armênia, Brasil, Portugal, América Latina

O TIMELINE #2 – Festival Internacional de Vídeo de Belo Horizonte é um evento que terá sua segunda edição na cidade de Belo Horizonte. Pretende-se com o mesmo promover as produções videográficas de diversos artistas que abordem a relação das novas tecnologias e a arte contemporânea, com uma especial incidência no manuseio dos equipamentos de  vídeo e com ênfase na vídeo arte. O Festival é aberto a todos os artistas nacionais e estrangeiros que trabalhem ao nível de vídeo e vídeo arte. Serão realizadas igualmente várias mostras especiais de festivais convidados e autores consagrados.





LOCAIS
MUSEU MINEIRO - 20 a 22 de junho de 2016
Av. João Pinheiro, 342, Funcionários

SESC PALLADIUM - 01 a 03 de julho de 2016
Rua Rio de Janeiro, 1048 , Centro

19h – Entrada Franca
Classificação Indicativa: 16 anos

TIMELINE: Fonlad_ Portugal
TIMELINE: Artavazd Peleshyan _Armênia
TIMELINE: Felipe Barros_ Brasil
TIMELINE: Insurgentes Latino Americanos 1*
TIMELINE: Insurgentes Latino Americanos 2*
*Curador convidado: Carlosmagno Rodrigues


FONLAD_Portugal
S/ Título", Teresa Gomes, 2013, 2:52
"The Guise", Inês Bonhurst, 2012, 5:00
"S/ título", Eduardo Ferreira, 2013, 3:10
"S/ título", Inês Lopes, 2013, 2:29
"Melke", Ana Varela, 2013 , 2:46
"Continuum", Ana Barroso / Nuno Manuel Pereira, 2011, 3:00
"Time", José Carlos Nascimento, 2012, 3:32
"Transparente", Iria Arriaga, 2009, 3:00
"O Outro", Rita Ruivo,2015, 1:13
AI! MÁ COMPANHIA #1 ou ANGEL BUTIFARRA - Andrea Inocêncio e Marcel.lí Antúnez | 2010 | 4'31'' | PT / Spain













Artavazd Peleshyan_ Armênia
- The Beginning  - 10´- 1967
- Inhabitants – 9´- 1970
- Seassons – 19´- 1975
- We – 27´- 1969
- End – 10´ - 1994
- Live – 6´ - 1993
- Our Century – 47´- 1983
-Earth of People – 10´- 1966

Felipe Barros_Brasil
Mérito - 3´48” – 2016
O tempo tem uma espessura de segredo guardado – 4´17” – 2016
Aquários – 3´31” – 2016
Um copo de mar – 5´22”  - 2016
Monólito Carnaval – 8´49” - 2016
Adeus a Carne – 4´53” - 2013
Não confie a ninguém o seu segredo – 3´- 2012
Todo silêncio me incomoda – 5´14” – 2011
O que nos dividiu agora é soma – 3- 37” – 2010
O tempo dentro do tempo – 4´14” – 2010
Orawa – 3´40” – 2010
Murmúrio da Vida – 2´43” – 2009
 98001075056 – 3´11” - 2009

INSURGENTES LATINO-AMERICANOS I
Valediction (Прощание / Despedida) - Pablo Paniagua - 06’- Bolívia 2015 -
Leitura -  Jeannie Helleny - 1’40” - Brasil  2014
Procura-se - Jeannie Helleny - 41’ - Brasil  2014
Labestia 2015  - Kiro Russo - 12’35” - Bolívia 2015
Fragmnt - Paola Perdida- 1’25" - Brasil/Alemanha 2016
2 de Noviembre - Colectivo Sinmotivo (Pablo Paniagua, Manuel Seoane) – 4’ 46” - Bolívia 2015
Wild Horse - Clarice Steinmüller – 16” - Brasil 2013
Vitamina de Santo/ Saint Vitamin- Clarice Steinmüller – 4’ - Brasil 2013/2016 -
Saída / EXIT - Clarice Steinmüller – 3’ 18” - Brasil 2012
Nueva Vida - Kiro Russo – 15’ 15” - Bolívia/ Argentina 2015
Sangre - Cris Ventura – 3’ 30” - 2009
Trajeto com beterrabas - Ana Reis -  8’ 25” - Brasil 2009

INSURGENTES LATINO-AMERICANOS II
Plato Paceño - Carlos Piñero– 10’ - Bolivia 2014
Sun  Sets - Simone Pazzini – 3’ - Mexico 2012/2016
Cuaderno sobre mar - Simone Pazzini – 4’ 45” -Mexico 2012
Adiós Byebye - Simone Pazzini – 1’ 11” -Mexico 2009
Max Jutam - Carlos Piñeiro – 11’ 13” - Bolívia 2010
Fragmento de coisas que Dançam (1) - Zi Reis e Sara Silva Ribeiro – 27” - Brasil 2010 .
Acalanto - Zi Reis – 23’ 21” - Brasil 2010
Fragmento de coisas que Dançam (3) - Zi Reis e Sara Silva Ribeiro – 27” - Brasil 2010
Estudo Feitio - Alonso Pafyeze e Lorena Ortiz – 10’ 40” -Brasil 2011
ROÇAdeira Sessão1#Labiríntimus - CAPInA - 44" - Brasil 2012
ROÇAdeira Sessão2#mutirão - CAPInA, Babidu Barboza e Thiago Lemos - 1' 25" - Brasil 2015
Juku - Kiro Russo - 17´50” - Bolívia 2011

SINOPSES
FONLAD_PORTUGAL
Time - José Carlos Nascimento -3´32” – 2012 - Time é uma peça vídeo, que explora a noção empírica de tempo. Foi feita em Istambul, gravando com duas câmaras em simultâneo: uma apontando para mim e outra para a frente. As imagens provenientes de cada uma das câmaras são apresentadas sincronizadamente em projeções paralelas, representando, assim, em termos espaciais e segundo o meu ponto de vista (porque sou eu que opero as câmaras) o tempo passado, presente e futuro.


Continuum -  Ana Barroso / Nuno Manuel Pereira – 3’ – 2011 - Filmado no Porto de Lisboa em 2011, o vídeo mostra a captura de diferentes tempos e espaços em movimento que se sobrepõem no mesmo plano de perceção para criar a simultaneidade do fragmento e da totalidade e, consequentemente, a ilusão de uma narrativa visual cinestésica.



S/ Título - Teresa Gomes – 2’ 52” – 2013 - Uma personagem deambula num espaço por ela desconhecido, explora, corre, brinca, experimenta, é lhe dada liberdade, no entanto esta é finita, dado o espaço que lhe é proposto explorar, não só ser limitado pelas suas paredes, os seus obstáculos, mas por ser um “acidente da minha imaginação.”

Melke - Ana Varela – 2’ 46” – 2013 - Melke, significa ‘a minha imagem’ em hebraico. A imagem é o corpo, o corpo humano a ser percorrido em busca do mais ínfimo detalhe na textura, acompanhando todos os movimentos e o pulsar do mesmo. A viagem acompanha todas as formas e volumetrias do corpo, dos pés à cabeça.





S/ título - Inês Lopes – 2’ 29”- 2013 - Este trabalho vídeo baseia-se nas sensações através da água e mesmo nos seus próprios sons. Cada pessoa interpretará o vídeo conforme o que sentir. Procuro fazer com que cada espectador entre no seu mundo onírico e/ ou sensacional. É com a necessidade de mostrar e aconselhar ao público de como podemos tirar partido das coisas mais simples que a natureza nos oferece, que realizo este trabalho. Como podemos, pura e simplesmente ouvir e ver o que nos é dado. Algo que, pessoalmente, gosto de fazer. Sentir puramente o que me é oferecido e tirar o maior partido disso. Neste caso, uma sensação de calma, paz e um transporte para o meu psicológico mais profundo.

S/ título - Eduardo Ferreira – 3’ 10” – 2013 - A partir de 2012 começo a colocar-me em frente da câmara, dando assim início a uma série de vídeo-performance. Nesta série, num ato inconsciente exploro o “eu” através da expressão facial e vocal, materializando as várias partículas, que, durante o ato performativo, o traduzem.







Ai! Má Companhia - Andrea Inocêncio e Marcel.lí Antúnez- 4’ 31” – 2010 - Duas células handicapadas, Alama & Butifarra, mostram como o canibalismo é a origem da sexualidade.

The Guise - Inês Bonhurst – 5’ – 2012 - O Guise / O disfarce“ é uma peça inspirada na alegoria da caverna de Platão, uma história que, de uma forma ou de outra, essencialmente, descreve a condição humana. Neste conto alegórico pessoas como nós estão presas desde o nascimento numa caverna. Em “The Guise” a bailarina está ligada a uma árvore, que representa as raízes que nos suspendem e nos fazem o que somos.

Transparente - Iria Arriaga – 3’ – 2009 - Transparência da pedra, transparência do corpo, o grito - sussurro do três. Transparente.











O Outro - Rita Ruivo – 1’ 13” – 2015 - O Outro é um vídeo de 36 segundos em loop. Surge da criação de duas personagens plásticas, tendo sido a condição física dos materiais o mote de definição destas personalidades, e a relação dos dois elementos o tema da sua acção. Relação esta, que acabou num certo dia de filmagens mas mantém viva quando observada, existindo numa acção limitada pelo tempo, tornando-se efémeras numa eternidade salvaguardada pelo Retorno.



ARTAVAZD PELESHYAN_ ARMÊNIA
The Beginning  - 10´- 1967 - Ensaio filosófico sobre a Revolução de Outubro de 1917 na Rússia , sua influência sobre o destino do mundo no século 20









Inhabitants – 9´- 1970 - De frente para o inimigo do povo , Estados soviéticos se unem para descobrir mais tarde que tinham sido dirigidas pelo grupo . Rebirth vem pacificamente no início, mas ele se transforma em um destino recorrente. Disse na alegoria animal.




Seassons – 19´- 1975 - Ensaio sobre pastores da Arménia , sobre a contradição e a harmonia entre o homem e a natureza , marcado para Quatro Estações de Vivaldi .











We – 27´- 1969 - Filme Monumental explorando a identidade e o destino da nação armênia.









End – 10 – 1994  A luta das pessoas por meio de período de mecanização Soviética. O filme começa com uma homenagem às raízes arménias de Peleshian .
Live – 6´ - 1993 - Ensaio poético sobre o início da vida, desde dores de parto e nascimento e sobre o seu significado simbólico.







Our Century – 47´- 1983 - Um homem abre seu próprio caminho para a sua alma através de uma busca intelectual , tragédias de nações e drama pessoal









Earth of People – 10´- 1966 - Ensaio louvando a vida humana e de trabalho, a beleza eterna e expressão do pensamento humano.









FELIPE BARROS_BRASIL
Mérito - 3´48” – 2016 - Não sabemos onde estamos. Não sabemos o que somos. Nada sabemos, a não ser que há uma noite pura e vazia à nossa espera."








O tempo tem uma espessura de segredo guardado – 4´17” – 2016 - Temos necessidade de acreditar em anjos, para nos sentirmos humanos.








Aquários – 3´31” – 2016 - A eternidade passa como o vento, só o tempo é eterno.
Um copo de mar – 5´22”  - 2016 - Sempre amei o que nasce. Sempre amei o que morre. O longo murmúrio da vida quando a noite desaba sobre as casas dos homens.
Monólito Carnaval – 8´49” – 2016 - Água do mar nos olhos, no carnaval dos espíritos.










Adeus a Carne – 4´53” – 2013 - Todo animal é feito de carne. Eu sou carne. Vocês são carne. Tudo é parte do bufê do universo.









Não confie a ninguém o seu segredo – 3´- 2012 - Viva e morra fechado como um caracol. Não confie a ninguém o seu segredo. A verdade não pode ser dita.

Todo silêncio me incomoda – 5´14” – 2011 - Todo silêncio me incomoda, pois ele sempre omite alguma coisa.








O que nos dividiu agora é soma – 3- 37” – 2010 - Entre os que vão e vêm eu também venho e vou.  Nos tormentos do mundo fui multiplicado e de tanto existir já não sei mais quem sou."








O tempo dentro do tempo – 4´14” – 2010 - Que o tempo passe, vendo-me ficar. O passar é ficar sempre."









Orawa – 3´40” – 2010 - Um ensaio abstrato sobre uma camisa suada.














Murmúrio da Vida – 2´43” – 2009 - O dia mais longo do homem dura menos que um relâmpago."




98001075056 – 3´11” – 2009 - Guardados nos corpos dos nossos velhos.






INSURGENTES LATINO-AMERICANOS I
Valediction (Прощание / Despedida) - Pablo Paniagua - 06’- Bolívia 2015 -
Leitura -  Jeannie Helleny - 1’40” - Brasil  2014










Procura-se - Jeannie Helleny - 41’ - Brasil  2014










Labestia 2015  - Kiro Russo - 12’35” - Bolívia 2015







Fragmnt - Paola Perdida- 1’25" - Brasil/Alemanha 2016









2 de Noviembre - Colectivo Sinmotivo (Pablo Paniagua, Manuel Seoane) – 4’ 46” - Bolívia 2015









Wild Horse - Clarice Steinmüller – 16” - Brasil 2013













Vitamina de Santo/ Saint Vitamin- Clarice Steinmüller – 4’ - Brasil 2013/2016 -









Saída / EXIT - Clarice Steinmüller – 3’ 18” - Brasil 2012









Nueva Vida - Kiro Russo – 15’ 15” - Bolívia/ Argentina 2015









Sangre - Cris Ventura – 3’ 30” - 2009










Trajeto com beterrabas - Ana Reis -  8’ 25” - Brasil 2009















INSURGENTES LATINO-AMERICANOS II 
Plato Paceño - Carlos Piñero – 10’ - Bolivia 2014









Sun  Sets - Simone Pazzini – 3’ - Mexico 2012/2016









Cuaderno sobre mar - Simone Pazzini – 4’ 45” -Mexico 2012










Adiós Byebye - Simone Pazzini – 1’ 11” -Mexico 2009












Max Jutam - Carlos Piñeiro – 11’ 13” - Bolívia 2010











Fragmento de coisas que Dançam (1) - Zi Reis e Sara Silva Ribeiro – 27” - Brasil 2010 .









Acalanto - Zi Reis – 23’ 21” - Brasil 2010
Fragmento de coisas que Dançam (3) - Zi Reis e Sara Silva Ribeiro – 27” - Brasil 2010








Estudo Feitio - Alonso Pafyeze e Lorena Ortiz – 10’ 40” -Brasil 2011











ROÇAdeira Sessão1#Labiríntimus - CAPInA - 44" - Brasil 2012










ROÇAdeira Sessão2#mutirão - CAPInA, Babidu Barboza e Thiago Lemos - 1' 25" - Brasil 2015













Juku - Kiro Russo - 17´50” - Bolívia 2011











PROGRAMAÇÃO
MUSEU MINEIRO
20/06 – 19H – Insurgentes latino Americanos 1 / Fonlad_Portugal
21/06- 19h – Insurgentes Latino Americanos 2 / Felipe Barros_Brasil
22/06 – 19h - Artavazd Peleshyan _Armênia

SESC PALLADIUM
01/07 – 19h - Fonlad_Portugal
              20h - Felipe Barros_Brasil
01/07 – 19h - – Insurgentes latino Americanos 1
              20h - – Insurgentes Latino Americanos 2

01/07 – 19h - Artavazd Peleshyan _Armênia